COMISSÃO DE ÉTICA




1° Pastor Wellington Antunes
– Titular na Igreja em Vila Bela Vista\RJ



2° Pastor Nilton G. B. Gonçalves
– Titular na Igreja em Capivari \RJ



3° Pastor Carlos Alberto L. da Silva
– Auxiliar na Igreja em Vila Bela Vista\RJ



4° Pastor Francisco Carlos N. Rosa
– Titular na igreja em Cabuçú\RJ



5° Cadeira em vacância até a Ass. Geral de 2011

A APOIORT tem sido responsável por muitas mudanças dentro da Obra bíblica de Restauração, uma delas, é a criação da Comissão de ética. Para esclarecer sobre as atribuições da mesma, usaremos o depoimento do presidente da APOIORT, o pastor Eliélberth Falcão, feito na última reunião do Supremo no dia 24 de Abril de 2010 na Igreja em Capivari no Rio de Janeiro, uma vez que o mesmo é o autor do projeto endossado pela ordem dos pastores e aprovado pelo parlamento.
Segue:
“Nunca na história da Obra Bíblica de Restauração tivemos a oportunidade de possuir uma comissão que pudesse ter participação ativa ao lado do poder executivo, da Assembléia Geral e da Ordem de Pastores. Quando decidi formar e elaborar as atribuições deste concílio, acreditei (e acredito) que estaria abrindo o caminho para corrigir problemas crônicos relacionados ao poder executivo, que em algumas situações agiam com autoritarismo, domínios, manipulações. Nossa idéia é tornar mais participativa e mais discutível nossas ações, e com isso, proporcionar um ambiente de amizade, boa fé, entrosamento, harmonia, ou seja, uma verdadeira constelação de ministros maduros, éticos, e que saibam de forma elegante, controlar seus impulsos e concepções pessoais.
Embora a formação da Comissão de Ética seja algo novo dentro de nosso movimento (na obra em geral), isso não significa que nosso sistema de governo está sendo alterado, isto é, a Assembléia Geral continua sendo o poder de regência de nossa organização.
A formação da Comissão de Ética representa um suporte para momentos de crises que surgem provenientes de um contexto fora da realidade da associação, que em se achando insuficiente para resolver determinado assunto, delega a Comissão a autoridade para resolver, e esta autoridade uma vez delegada estará sobre o poder da Comissão para atuar sempre ao bem estar da APOIORT, tendo seu poder decisivo relatados pelo capítulo VII, que relata as atribuições da Assembléia Geral, tornando inerentes os artigos, 39 e 40, sendo imprescindível expor que todos os artigos deste capítulo, como os outros, estão relacionados, ou seja, cada artigo corresponde ao capítulo. Não há capítulos que formalizam atribuições a Comissão de Ética, entretanto, a menção da comissão ocorre dentro das atribuições da Assembléia Geral, que poderá descrever atribuições emergentes a comissão, usando de sua soberania, sempre em harmonia com os termos do estatuto.
Por ser uma habilidade histórica dentro de nosso contexto, exige-se maturidade para lidar com estes elementos de atuação, caso contrário, estarão sempre sendo discutido detalhes relacionados as nossas concepções interpretativas de caráter pessoal, religioso, ou até mesmo tópicos relativos as nossas problemáticas locais.
Nossa idéia nunca foi transformar a Comissão de Ética num órgão administrador ou regulador, isso tornaria o poder executivo, diretoria nacional e o parlamento em algo representativo e mudaria significativamente o sistema de governo. A Comissão de Ética é uma equipe de apoio que equilibra o executivo, o judiciário e o legislativo, e contribui para um maior desempenho na ordem de pastores, fortalecendo suas atividades dentro da associação, seguindo com cuidado as delegações (Artigo 39).
A aprovação deste projeto foi necessária, pois a APOIORT não possui uniformidade administrativa, uma vez que entendemos a Igreja como instituição privada. Não cabe ao supremo, fazer programações nacionais, como escolher pregadores, fiscalizar questões de cunho pessoal de nenhum pastor (ou associado), porém, somente quando houver denúncias ou solicitações da associação, da ordem ou do poder executivo, sempre com o objetivo de preservar o nome da APOIORT e a integridade dos pastores.
Como já mencionado, deve-se lutar em defesa da soberania das Igrejas filiadas e antes de tudo, ter sempre em mente que o indivíduo pertence a uma Igreja local, fato que se deve olhar e avaliar com muita prudência para que o caso não se estenda ao ambiente local provocando inseguranças relacionadas à APOIORT.
Quero neste pequeno e simples discurso, pedir a colaboração de todos vocês no que se referem as vossas atribuições, que por ser tão ampla, quase que não se pode descrever. A casa dia, o desafio de administrar a APOIORT torna-se mais intenso, será necessário muito empenho, humildade, abnegação por parte de todos vocês membros da Comissão de Ética da APOIORT.
Espero poder contar com o apoio de cada ministro desta comissão”.
Respeitosamente,
Pastor Elielberth Falcão – Líder Nacional da APOIORT